sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Não dê a testa com a polícia, senão vai ficar sem ela

Bandido bom é bandido morto
"Marginal Rui Porquinho continua solto, roubando o dinheiro da Câmara de Vereadores de Itabuna".
WWW.JOGOABERTONOTICIAS.BLOGSPOT.COM
ACESSE: www.jogoabertonoticias.blogspot.com
O pau vai quebrar e a cobra vai fumar.

Jornalista Ednei Bomfim.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PARABÉNS AO 15º BPM EM ITABUNA PELOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS PELO SOLDADO NEILTON BARRETO
Jornalistas Jorge kajuru e Ednei Bomfim disputaram partidas acirradas nos tribunais

"Nenhum jornalista no Brasil, respondeu a mais processos que Kajuru e Ednei Bomfim, que atua no Sul da Bahia".

Por Débora Pinho

Com línguas ferinas que disparam farpas incandescentes em todas as direções e provocam a ira dos desafetos com igual intensidade, o apresentador da TV Bandeirantes, Jorge Kajuru, tem 109 processos nas costas em quatro estados -- Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas

"Jornalista Ednei Bomfim, respondeu cerca de 70 processos no Sul da Bahia".

Gerais. Em Goiás, ele tem até uma condenação definitiva por crime contra a honra. Já o jornalista Ednei Bomfim, já responde a cerca de 70 processos nas comarcas de Itabuna e Ilhéus, bem como em outras comarcas, ainda se tratando de Incompetência de Comarca, pois a sedes dos veículos de comunicação onde ambos atuam, não são naquelas cidades. Com base nas freqüentes notícias sobre ações judiciais contra Kajuru, a revista Consultor Jurídico resolveu pesquisar o número de processos existentes contra alguns dos mais populares jornalistas e radialistas. Foram
"Jorge Kajuru e José Luiz Datena, são dois bons amigos".

Pesquisadas as fichas de Jorge Kajuru, Milton Neves, Juca Kfouri, José Trajano Galvão Bueno e não Bahia, apareceu o nome de Ednei Bomfim, que apesar de atuar no interior da Bahia, mas faz parte da familia polêmnica do jornalismo. A pesquisa abarcou processos relacionados à atividade profissional dos comunicadores, no Fórum de Pinheiros em São Paulo e no Ruy Barbosa de Itabuna, na Bahia, no período de 25 anos.


No time de pesquisados, Juca Kfouri, apresentador de programas na TV Cultura e na Rádio CBN, já enfrentou mais de 80 ações por calúnia, injúria e difamação desde 1981. Ele é réu em processos movidos pelo técnico do Santos Vanderlei Luxemburgo, pelo ex-presidente da Federação Paulista de Futebol, Eduardo José Farah, pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira, pelo presidente da Fifa, Joseph Blater, entre outros autores. As entidades dirigidas por seus adversários também o processam.
Kajuru tem mais de 30 ações criminais em São Paulo. Em 2003, ele foi acionado mais de 20 vezes, de acordo com os dados do Fórum de Pinheiros. Em 2004, o apresentador da TV Bandeirantes mantém a liderança: já foi processado criminalmente cinco vezes, enquanto Kfouri somou apenas mais uma ação à sua coleção. Trajano, Galvão Bueno e Milton Neves não foram acionados no mesmo período.
Kajuru é processado pelo governador de Goiás, Marconi Perillo, pelo presidente do Palmeiras, Mustafá Contursi, pelo empresário de Goiás, Jaime Câmara Júnior, e pela apresentadora da Rede TV, Luciana Gimenez, entre outros.
O apresentador da TV Bandeirantes conta em seu currículo com uma condenação definitiva em ação movida pelo governador de Goiás. Condenado a cumprir pena de 1 ano e 6 meses em regime aberto por crime contra a honra, perdeu a primariedade.
Milton Neves, é quem mais leva os colegas aos tribunais, entre os cinco nomes pesquisados. Seu maior rival é justamente Jorge Kajuru. Neves tem mais de 10 queixas-crime contra o colega e ainda o processa na área cível.
Neves também já entrou com ações contra os jornalistas José Trajano, da ESPN Brasil, Silvio Luiz, da Band Esportes, José Luís Datena, da Bandeirantes, e Roberto Avallone, da Rede TV. Na sua mira ainda esteve o ex-presidente do Vasco da Gama Eurico Miranda.
José Trajano, da ESPN Brasil, responde somente a ações ajuizadas por Milton Neves. O locutor da Rede Globo, Galvão Bueno, é só simpatia: não é processado por ninguém.
Bate-bola
Questionado pela revista Consultor Jurídico sobre a avalanche de processos que responde na Justiça, Kajuru afirma que "virou mania" processá-lo. Ele já acostumou receber notícias de que está sendo acionado judicialmente e fica "aborrecido" de ter de gastar dinheiro com advogados. "Pago R$ 27 mil por mês para advogados", conta. O valor é referente aos processos ajuizados na Justiça antes de ele entrar na TV Bandeirantes. Seu contrato agora prevê assistência jurídica.
Ele disse que é acionado constantemente por causa do seu jeito crítico. Kajuru nunca processou ninguém. "Eu critico e me defendo com argumentos no espaço que tenho na imprensa".
Perguntado sobre o fato de Milton Neves ser o recordista de processos contra os colegas, Kajuru mais uma vez não economiza palavras. "O Milton Neves é desprezível e acha que é Deus. A Justiça tem assuntos mais importantes para julgar do que analisar brigas de jornalistas", disse.
Neves devolve a bola. "Eu não sou desprezível. Ele não é desprezível. Ninguém é desprezível. Precisamos nos respeitar porque somos formadores de opinião. Eu somente entro na Justiça em último caso".
Kajuru também criticou autores de ações indenizatórias por danos morais. "Se eu pagar o valor fixado na Justiça] vai resolver o problema da honra?", questiona.
Juca Kfouri lembrou que, no seu caso, grande parte das ações que responde na Justiça é referente a uma série de acusações feitas pela revista Placar, na década de 80, sobre a "Máfia da Loteria Esportiva". Na época, ele dirigia a publicação da Editora Abril.
“Pessoas que não aceitam críticas recorrem à Justiça na tentativa de intimidar a imprensa", diz o apresentador da CBN. As pessoas a que Kfouri se refere são, em sua maioria, dirigentes esportivos. Os cartolas são o alvo preferencial do inconformismo do jornalista. “Os processos são um resultado da linha combativa de jornalismo que o Juca adotou”, diz José Trajano, diretor e apresentador da ESPN Brasil.
Para Trajano muitos assuntos irrelevantes que são levados aos tribunais poderiam ser resolvidos com uma boa conversa. Milton Neves rebate o argumento. "Por que ele não conversou comigo antes de falar os absurdos que falou na TV a respeito de quem ele não conhece? Por que o ranço gratuito?", questiona. Para Neves, "ele é um ótimo jornalista -- um dos melhores do país. Então para que fazer o que fez? Ganhou o quê? Ganhou uma condenação criminal por injúria".
Para o apresentador da ESPN, “Kajuru fala muito mas sem intenção de ofender". Segundo ele, "os mal entendidos poderiam ser resolvidos com o diálogo". Trajano diz que, em muitos casos, a vaidade é que leva os processos em frente. "Milton Neves criou a cultura do processo", afirma.
Por oposição à atitude de Neves, Trajano elogia o fair-play de Galvão Bueno: “Se o Galvão fosse o Milton Neves, já teria processado mais de duas mil pessoas”, compara. Motivos não faltam. Por ocupar o microfone com maior audiência do jornalismo esportivo do país, Bueno está sempre na berlinda. Na Internet é alvo de inúmeros sites “eu odeio Galvão Bueno”.
Os conflitos de Milton Neves com seus colegas de profissão são resultado de visões diferentes sobre o ofício que exercem. Para boa parte dos colegas, Neves confunde a função de comunicador com a de vendedor e transforma seus programas em um bazar em que todo merchandising é permitido. Neves se defende: “Jornalista não pode fazer propaganda? Onde está escrito isso? Tem lei? Qual o número dela?”
E acrescenta: "Sou só um apresentador e não o manda-chuva da Record, Jovem Pan e do merchandising. Não existe 'TV Milton Neves' ou 'Rádio Milton Neves'. Sou só funcionário da Record e Jovem Pan com direitos e obrigações como qualquer outro e, comercial e publicitariamente. E eu não tenho nenhum poder de veto ou de imposição de qualquer anunciante. Apenas divulgo – como outros apresentadores das emissoras – os produtos de anunciantes cujos espaços foram adquiridos ou comercializados no mercado pelos departamentos comerciais dos referidos veículos".
Perguntado sobre o fato de ser o recordista em acionar os colegas, o apresentador da TV Record responde: "Problema deles, não meu. Mas isso não é motivo de orgulho. Não pode ser. E há quem sustente que eu gosto de processar por vaidade. Pode?"
Ele enumerou as dificuldades para acionar os colegas na Justiça por injúria, calúnia e difamação: manter empresa de gravação atenta, pagar por isso, pagar advogados caros e agüentar horas intermináveis de audiências em vários Fóruns. "Dentre meus defeitos não está o de ser masoquista. Processo é um saco. Para todo mundo. Mas um preço ínfimo perto do preço da honra", afirmou. O apresentador da Record fez questão de ressaltar que ele próprio paga seus advogados e não "choraminga pelo departamento jurídico da empresa" onde trabalha.
Ele questiona: "Por que caluniam tanto?". E responde: "Além de inveja, há má informação. Sofrem muito mais pelo imaginário do que pelo real". Milton Neves faz ainda outros questionamentos: "Adianta dar um tiro na cara do xinguista -- que é a mistura de xingador com jornalista --, e matá-lo? Isso não pioraria ainda mais a situação?”. Felizmente prefere a via dos tribunais, embora contribua para atravancar ainda mais a Justiça com picuinhas.
Já o jornalista Ednei Bomfim, nunca processou a nenhum colega, mas alguns colegas já ajuizaram ações criminais contra o mesmo, porém isso não o incomoda, até porque se o colega o processou, foi pelo fato de ter cometido várias falhas na sua função de jornalista e possivelmente tenha sido denunciado por Ednei Bomfim.
Quanto as condenações suas e do jornalista Jorge Kajuru, o jornalista Ednei Bomfim, ressalta que todos voltaram a primariedade criminalmente falando, isto pelo fato de terem sido processasdos em conformidade com a Lei 5.250 de 1967 (Lei de Imprensa), a qual foi extinta por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).
Disse ainda Ednei Bomfim, que aqueles que lhes odeiam, são pelo fato de já terem praticado crimes e sido denunciados pelo mesmo.Eles tentam amordaçar a imprensa, ameçam os jornalistas e outros, usam até mesmo o poder de delegado de polícia para tentar proteger bandidos contra denúncias. São delegados de polícia que não se respeitam e que tentam calar a imprensa em troca até mesmo de combustível fornecido por políticos de cidades pequenas, como a cidade de Buerarema no Sul da Bahia, onde o chefe de Polícia Civil daquela cidade, tenta contra a liberdade de imprensa que noticia fatos que desagradam aos seus coligados políticos.






Gatos e Cães: Amigos ou inimigos?


"Professora Susane Pereira, ela mora na cidade de Buerarema na Bahia e é apaixonada por gatos e cachorros. Nas fotos, estão seu cãozinho de estimação Nino, que já é papai de cinco filhos e seu gatinho Tom".
Frases como “parecem o cão e o gato” dão a ideia que os dois, juntos e a viver debaixo do mesmo teto, não é uma boa ideia. Sim, é verdade que somos animais completamente distintos em termos de aspecto, hábitos e personalidades, no entanto, é possível vivermos em harmonia! Eis algumas dicas para uma convivência pacífica entre felinos e caninos!
Se um gatinho e um cãozinho forem criados juntos desde muito novos, o mais certo é que aprendam a tolerarem-se logo desde o início e até podem crescer e serem grandes amigos, brincando e dormindo a sesta juntos. No entanto, se o seu felino ou canino já for um elemento da família e à qual pretende juntar um cão ou gato novo, então algumas precauções especiais terão de ser tomadas para garantir que não hajam feridos, que a sua casa se mantenha intacta e que você não desista dos seus animais de estimação para o resto da vida!
Passo 1: É certo e sabido que nós felinos podemos perfeitamente coexistir com um cão desde que tenhamos tempo suficiente para nos habituar à sua presença, ao seu odor, ao seu ladrar, às suas brincadeiras (por vezes muito agressivas para o meu gosto, mas adiante!), até porque nós não somos nenhum “gato-vai-com-todos”! Traduzido para linguagem de animais de estimação, isto quer dizer que a primeira introdução terá de ser feita com o gato e o cão ao mesmo nível – sim quero vê-lo olhos nos olhos! Certifique-se que cada um de nós esteja no colo de um dos donos, porque isso dá-nos um sentido de segurança, fundamental para
este primeiro encontro! Vamos tentar ser fortes (eu pelo menos vou!), mas se a dada altura sentir que um ou ambos está muito assustado ou agressivo, o melhor é retirar-me do local e tentar novamente mais tarde. Não force a situação, será pior a longo prazo!
Passo 2: Nunca deve juntar os dois e deixar que se apresentem sozinhos… não me responsabilizo pelo que possa acontecer! Para além das inevitáveis arranhadelas, mordidelas, sessões de bufar e de uivar ou (nem quero pensar!) lesões bem mais graves, uma interacção não supervisionada por adultos pode traumatizar-me para a vida e não só em relação aos cães! A gata da nossa vizinha nunca mais foi a mesma depois da chegada do Lup, aliás, as introduções foram tão mal feitas que ela passou a ter medo dos cães, dos donos e até da sua própria sombra! A verdade é que nunca mais a vi…diz-se por aí que ela não voltou a sair da lavandaria…coitada!
Passo 3: Por tudo aquilo que já leu até aqui, mais vale investir em várias sessões diárias, de alguns minutos cada, para nos familiarizarmos e até nos começarmos a sentir confortáveis na presença um do outro. Até lá, certifique-se que cada um tenha o seu próprio espaço e mantenha-nos confinados a esses locais da casa durante os primeiros dias (com visitas regulares vossas claro!). No meu caso, vou poder habituar-me ao som e aos cheiros do meu colega e em segurança! Depois desse curto “sequestro” (não se preocupe, eu compreendo, é para o meu bem!), coloque a trela no cão e abra a porta do local onde eu tenho estado. Deixe-nos observar um ao outro, mas nada de correrias ou brincadeiras. Sempre que o cão começar a exaltar-se, ordene-o para se “sentar” e estar “quieto” – é mais fácil para nós felinos nos habituarmos à presença de um cão se este estiver tranquilo. Se nos portarmos bem (mesmo que eu fique a observá-lo escondido debaixo da cama!), pode e deve recompensar-nos com elogios e/ou uma guloseima.
Passo 4: Segue-se uma troca de lugares, ou seja, confine o cão durante algum tempo ao quarto onde eu tenho estado e deixe-me explorar o resto da casa. Assim, o cão vai poder familiarizar-se melhor com o meu cheiro e eu vou poder espalhar o meu eau de perfume pelas zonas aonde ainda não esteve.
Passo 5: Durante as próximas semanas comece a juntar-nos no mesmo espaço, mas mantenha o cão na trela sempre que estiver na minha presença e certifique-se que eu tenha sempre uma rota de fuga, em caso de necessidade! Enquanto estivermos juntos na mesma divisão, chame o cão para fazer alguns exercícios de treino, com direito a guloseima e tudo (estão a ver como quero ser amigo dele!).
Passo 6: Volte a confinar-me ao quarto, repetindo o passo 5 até o cão prestar mais atenção a si do que a mim, ou seja, até ele obedecer ao dono mesmo comigo próximo dele. Mantenha-o sempre com a trela e observe-o. Se o cão focar a sua atenção em mim ou dirigir-se na minha direcção, chame-o a atenção, ordenando-o a vir até si ou para se “sentar” ou dê-lhe um brinquedo para distrai-lo. Quando conseguir isto, estará pronto para o passo seguinte.
Passo 7: Peça a alguém para segurar no cão ou colocar-lhe a trela e entre na divisão comigo no seu colo: não desafie o cão, não me assuste a mim, apenas mostre ao seu canino que eu também sou seu! Insista nas sessões de familiarização (sempre supervisionadas!), deixando-nos aproximar, afastar e cheirar…mas sem nunca forçar! Antes pelo contrário, recompense-nos sempre que nos portarmos bem na companhia do outro. A sério que funciona, não é só por causa das guloseimas!
Passo 8: Vá aumentando o tempo que cão e gato passam juntos, mantendo o cão na sua trela até ao dia em que eu, ao entrar na sala onde ele se encontra, não o distraio, nem provoco qualquer reacção. Mesmo assim, mantenha-nos debaixo de olho e atento aos diferentes sinais que emitimos e que por vezes podem ser mal-interpretados: um cão que se deita de costas está a render-se ou a desafiar uma sessão de brincadeira; nós felinos quando estamos de costas não é bom sinal – estamos em estado defensivo e prontos para arranhar e morder se for preciso, por isso, saem da frente! Se um cão estiver à minha volta a ladrar, não se preocupe…preocupe-se se ele estiver silencioso e a aproximar-se lentamente! Vou fugir! E por falar em fugir… mais vale manter-nos separados do que proporcionar uma “caça ao gato” e depois não permiti-la! Por mais meigo que seja um cãozinho, se ele vir algo peludo a passar por ele a correr no sentido contrário, ele vai atrás com o objectivo de “atacar”! Faz parte do instinto canino. Ora, se ele for travado, ficará frustrado, o que pode fazer aumentar a sua agressividade para comigo! E não queremos isso, pois não? Meowwww….
Passo 9: Não desista e tenha muita paciência! Domesticar-nos para viver em harmonia pode demorar dias, semanas ou até meses, mas valerá a pena quando nos vir aos dois enroscados a dormir a sesta! Mas se não chegarmos a viver esses momentos de grande amizade não fique triste, nós não ficamos! O que interessa é vivermos em harmonia e não em guerra! Vai perceber por si só a altura em que pode deixar-nos sozinhos e sem correr perigo de vida: o cão já nem se cansa para me aborrecer e eu já não me escondo debaixo da cama e estou perfeitamente à vontade onde quer que ele esteja. Mas, só quero deixar uma coisa muito clara – os cães não sabem brincar! São uns verdadeiros brutos, mas enfim… nós damos um desconto! Não podemos ser todos perfeitos, pois não? A relação cão-gato é muito simples: primeiro rejeitamos, depois toleramos e no fim procuramos! Prrrrrrrrrrrrrr…..

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

TEKS BRINDES -EUNAPOLIS BAHIA
Fones: (73)3261-5016 (73) 8103-7492


Nova lei define mudanças no uso e nos valores dos usuários do Planserv

Os novos valores e regras estabelecidos para os usuários do Planserv, de acordo com a lei 12.531, sancionada pelo governador Jaques Wagner no último dia 8, já estarão em vigor a partir deste mês de setembro.
Inclusão
A Diretoria de Recursos Humanos lembra, também, da documentação exigida pelo Planserv para inclusão ou alteração no plano:
- Inclusão do Titular: cópia do RG/CPF e cópia do comprovante de residência.
- Inclusão de cônjuge: cópia do RG/CPF do titular e cônjuge e cópia da certidão de casamento.
- Inclusão de companheiro: cópia do RG/CPF do titular e companheiro e cópia da declaração de convivência registrada em cartório
- Inclusão de filho ou neto menor: cópia do RG/CPF do titular e cópia da certidão de nascimento.
- Inclusão de agregado ou neto maior: cópia do RG/CPF do titular e agregado e cópia da certidão de nascimento em caso de neto.
- Inclusão de Tutelado(menor): cópia do RG/CPF do titular e cópia do termo de tutela.
Obs: Caso o titular ou companheiro seja divorciado ou separado judicialmente, deverá apresentar certidão de casamento averbada ou certidão de óbito, se for o caso.